Educadores e pais estão de acordo quando se trata de lidar com os alunos que perturbam os outros na aula e o seu valioso tempo. "Se você não tiver disciplina e leva tempo afastado de aprendizagem, o que leva tempo afastado dos outros alunos e do currículo ", afirma professor da escola elementar Bonnie Markey, um membro do United Escola Empregados de Pasco (USEP) na Flórida. A maioria das crianças vêm para a escola para aprender, existindo apenas alguns persistentes desordeiros para roubar uma classe inteira dessa oportunidade. Perturbações na forma de atraso, falando fora de vez, e faltando ao respeito ao professor e outros estudantes . E depois existem as mais graves ofensas, tais como trazendo drogas e armas para a escola. Sondagem após sondagem mostrou que os pais, os professores e a opinião pública estão na mesma página quando se trata da importância de um seguro, ordenado ambiente escolar. "Os professores não podem ensinar, as crianças não se podem concentrar nas aulas e o precioso tempo é perdido para sempre ". Um estudo lançado em 2004 pela empresa Public Agenda, constatou que 61% dos professores e 63% dos pais acreditam firmemente que fazer cumprir rigorosamente a regulamentação estabelece um sinal que ajuda a evitar os maiores problemas. O estudo também mostrou que a grande maioria dos professores (78%) e dos pais (74%) dizem que é apenas um punhado de alunos que causam a maioria dos problemas. Mas todos os alunos acabam por pagar o preço. Disciplina e comportamento problemas são a condução de um grande número de professores para fora da profissão, a sondagem revela Agenda Pública. Oitenta e cinco por cento dos professores inquiridos pensavam que os novos professores são particularmente despreparados para lidar com problemas comportamento.
Fonte: American Teacher
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Artigo da American Educator sobre alunos problemáticos
Etiquetas: Pais, Professores, Violência escolar
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Artigo de opinião
O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicasHoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.
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