Na Escola EB 2,3 de Beiriz, na Póvoa de Varzim, o processo de avaliação decorre com normalidade e dentro dos prazos.
Não há manifestações de professores, nem protestos de pais. Aos alunos, o caso quase passa ao lado. Mas aqui ser "diferente" dá direito ao olhar "reprovador" dos vizinhos e, por isso, a escola prefere agora o silêncio.
"Se uma consegue, por que é que as outras não conseguem?", questiona o presidente da Associação de Pais do Agrupamento Campo Aberto, que abrange oito escolas, do Pré-escolar ao 3.º Ciclo, num total de 1280 alunos.
Mário Ferreira não tem dúvidas de que o "segredo" assenta numa "óptima relação entre pais, Conselho Executivo e corpo docente". Cooperação, diálogo e trabalho, "sempre a pensar nos alunos", são palavras de ordem. "Trabalhámos juntos na procura de soluções que tornassem o processo mais funcional", afirma.
A escola, lembra Mário Ferreira, é "reconhecida": tem uma "orgulhosa" taxa de abandono escolar de 0,1% e uma "baixíssima" taxa de insucesso, assentes, em grande medida, na diversidade de oferta educativa e em vários programas destinados, em cada nível de ensino, a "adaptar" a escola às necessidades de cada um. Os exemplos servem para explicar que é a trabalhar "muito", "em silêncio" e "nos órgãos próprios" que a escola responde aos problemas. A avaliação de professores não foi excepção. "Os conselhos executivos têm de encontrar formas de tornar o processo menos burocrático. Às vezes, não se procura encontrar uma solução", diz Mário Ferreira.
O presidente da Associação de Pais admite que o modelo "tem coisas que podiam ser melhoradas", mas "meter a cabeça na areia não resolve". Com auto-avaliação de docentes há vários anos e avaliação externa, a definição de objectivos individuais já é prática corrente na escola e a observação das aulas não é problema.
A escola tem 115 professores, 24 dos quais titulares. Destes, dez são avaliadores. Contas feitas, haverá um máximo de nove "Excelente" e 23 "Muito Bom".
Beiriz até podia ser um exemplo a seguir, mas o facto é que o "diferente" trouxe a escola para a praça pública e, agora, são os "vizinhos" de outras escolas que a olham como a "fura-greve". Por isso, o Conselho Executivo
Fonte: JN
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Escola da Póvoa de Varzim olhada como a "fura-greves"
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Escola do Cerco desenvolve projecto inovador que facilita a escrita a deficientes
Um grupo de alunos do Agrupamento Vertical de Escolas do Cerco do Porto desenvolveu um projecto destinado a facilitar a escrita e o desenho a pessoas deficientes, estando actualmente a tentar a sua comercialização a nível internacional.
O projecto, a que deram o nome de HelpWrite e que foi desenvolvido por alunos do 9/o ano da Escola EB 2,3 do Cerco, no Porto, em cooperação com o Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (CATIM), consiste num suporte ergonomicamente adaptável à mão onde se insere a caneta.
O Helpwrite foi pensado a partir do caso real de um aluno com paralisia cerebral. Através de uma pega em material esponjoso, o HelpWrite permite que ele e outras pessoas nas mesmas circunstâncias escrevam e desenhem com mais facilidade.
Como explicou à Lusa, a presidente do agrupamento de escolas do Cerco, Ludovina Costa, o Helpwrite pode ser generalizado a outras situações, como por exemplo na recuperação em caso de acidente vascular cerebral, treino de destreza manual em pessoas de idade e auxiliar de escrita em indivíduos com dificuldades temporárias de motricidade.
A escola está por isso empenhada em conseguir a sua comercialização.
Até agora, refere Ludovina Costa, já foram contactadas "mais de mil empresas" a nível internacional.
"Mas apenas três solicitaram informação suplementar", disse.
O "HelpWrite" foi o projecto vencedor da 5/a edição do concurso "Isto é uma Ideia", da iniciativa "Pense Indústria", que envolveu, no ano lectivo 2007/08, cerca de 10 mil alunos do ensino básico e secundário e os pôs em contacto com a indústria e com a concepção de um produto comercial.
A ideia foi registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, um dos parceiros do "Pense Indústria", iniciativa da Recet - Associação dos Centros Tecnológicos de Portugal.
Identificada como Território Educativo de Intervenção Prioritária, a escola EB 2,3/S está localizada na confluência de vários bairros sociais do Porto, entre eles o do Cerco, considerado um dos mais problemáticos da cidade, associado ao tráfico e consumo de droga.
Fonte: Visaonline
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Escola de referência com mais de 100 substituições em Outubro
Os pais e encarregados de educação dos alunos da Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, considerada a melhor entre as escolas públicas, nos dois últimos anos, lamentam o número elevado de substituições registados no início do ano lectivo.
O caso foi denunciado na semana passada pelo conselho executivo da instituição e, esta quinta-feira, os pais e encarregados de educação vão voltar à carga para tentar salvar aquela escola de referência.
Isabel Caldeira, presidente da Associação de Pais da Escola Infanta D. Maria, disse à TSF que, só no mês de Outubro, tiveram lugar «mais de 100 substituições», numa escola com pouco mais de 100 docentes.
Para a responsável, tantas substituições resultam em «sobrecarga e cansaço prematuro» entre o corpo docente, para além de um «acréscimo de trabalho burocrático» necessário para implementar o sistema de gestão e a avaliação de desempenho dos professores.
Isabel Caldeira contestou ainda a «morosidade enorme» na substituição dos professores que optam pela reforma, considerando esta situação «insuportável».
Na opinião da presidente da Associação de Pais, estes casos estão a baixar o nível de qualidade da escola. «Queremos manifestar-mos para não perdermos uma escola que prometia qualidade», frisou.
Fonte: Tsf
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Jornal Público: Concurso Nacional de Jornais Escolares atribui trinta e três distinções
As publicações Jornal Manias, do Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado, Santo António dos Cavaleiros; O Saltarico, do Agrupamento Vertical de Lamego; Na Maior, da Escola Secundária Pluricurricular Santa Maria Maior, Viana do Castelo; Ponto e Vírgula, da Escola Secundária Eng.º Acácio Calazans Duarte, Marinha Grande; Jornal Infante, do Externato Infante D. Henrique, Ruílhe, Braga; …psssst?!, do Agrupamento Vertical de Escolas de Airães, Felgueiras; e Nosso Mundo, do Agrupamento Vertical Júlio-Saúl Dias, Vila do Conde, foram distinguidas com primeiros prémios nos diversos escalões do Concurso Nacional de Jornais Escolares promovido no ano lectivo de 2007/08 pelo Projecto PÚBLICO na Escola com o apoio do Ministério da Educação.
Subordinado ao tema “Que fazer com as novas tecnologias?”, o concurso, que é também apoiado pela Ciência Viva, Porto Editora e Centro Português de Design, concedeu trinta e três prémios e menções honrosas a jornais e revistas de escolas do ensino básico (uma delas com jardim-de-infância) e secundário, de agrupamentos de escolas, de uma escola profissional agrícola e de um colégio.O júri desta iniciativa foi constituído por Teresa Calçada, coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação; Cristina Ponte, professora da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora da equipa portuguesa do Projecto EU Kids Online; Felisbela Lopes e Luís António Santos, professores da Universidade do Minho; Paula Gris, do Centro Português de Design; e Eduardo Jorge Madureira, director pedagógico do Projecto PÚBLICO na Escola. Em Novembro, será divulgado o tema do concurso do presente ano lectivo.
Fonte: Público
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Estremoz: Pais "metem mãos à obra" para melhorar escola
Depois de décadas à espera de obras, a Escola Básica da Glória, numa aldeia do concelho de Estremoz, passou a funcionar em melhores condições graças ao empenho dos pais dos alunos que angariaram mais de 30 mil euros."Esta escola, que consideramos modelo, deve ser a primeira do país requalificada por iniciativa dos pais dos alunos", disse à agência Lusa Óscar Fonseca, representante dos pais. O projecto liderado pelos pais conta com o apoio das professoras e educadora de infância, da Junta de Freguesia da Glória e de algumas empresas, tendo já sido investidos mais de 30 mil euros na requalificação do edifício e espaço de recreio e na aquisição de equipamentos. Óscar Fonseca justificou o empenho dos pais na concretização dos melhoramentos na Escola Básica 1/Jardim de Infância (EB1/JI) com o argumento de que estavam "fartos de esperar que o Estado ou o município de Estremoz interviessem". "A escola esperou décadas pelas melhorias que necessitava e foi preciso a intervenção dos pais, que se organizaram, para as coisas se fazerem", disse. "É tudo feito com o nosso esforço", adiantou Óscar Fonseca, "com o apoio da sociedade civil e da Junta de Freguesia". Os pais estão organizados, mas não legalizaram ainda a respectiva associação, contribuindo cada um com uma verba de dez euros por mês para fundo de maneio destinado a pequenas intervenções e gestão corrente, constituindo "um exemplo" de gestão numa escola. "Até ao final deste ano lectivo pretendemos concluir o projecto de melhoramentos", prometeu Óscar Fonseca, que tem dois filhos, um rapaz e uma rapariga, a frequentar o estabelecimento de ensino. Óscar Fonseca disse haver "uma parceria bonita entre a Junta de Freguesia, que disponibiliza uma verba para a gestão do dia-a-dia da escola, e os pais dos alunos, cuja unidade é de realçar". "Há pais desempregados que continuam a pagar as quotas para a escola", observou. Escola como pólo dinamizador da aldeiaA escola, única na aldeia, situada numa freguesia rural com muitos montes dispersos, tem 36 alunos, 21 do 1º ciclo do ensino básico e 15 do jardim-de-infância, duas professoras, uma educadora de infância e três funcionárias. Até ao fim deste ano lectivo, o projecto, que se iniciou em 2007, vai ficar concluído com a remodelação dos sanitários, pintura exterior da escola e substituição do mobiliário escolar, sobretudo cadeiras e secretárias. Entre as obras já realizadas, com a colaboração dos pais, da Junta de Freguesia e de algumas empresas, contam-se a pintura interior da escola, climatização de todas as salas, estores novos, arrelvamento do pátio de recreio e reparação de muros e colocação de vedação. O arrelvamento do pátio só foi possível concretizar com o apoio de duas empresas do sector, assim como o equipamento para a climatização, que também foi oferecido por uma firma do ramo. No respeitante ao equipamento oferecido por empresas destacam-se computadores e impressoras novas, instalação da Internet sem fios e ligação dos computadores em rede, além da instalação de mobiliário e electrodomésticos na cozinha. A escola ganhou este ano um prémio de uma superfície comercial de Estremoz, no valor de mil euros em livros do Plano Nacional de Leitura, por ter sido o estabelecimento de ensino do concelho que reuniu mais pilhas para reciclar. A professora Maria Antónia Parrulas, coordenadora da escola, considera "fantástica" a intervenção dos pais na melhoria do funcionamento da escola, com os quais tem "colaborado sempre o melhor possível". "Nas reuniões com os pais e nas festas que decorrem na escola, onde está toda a comunidade reunida, trocam-se impressões no sentido de melhorar as condições do estabelecimento de ensino", realçou. O espaço físico da escola não era atraente, lembrou a professora, "mas com a relva no pátio e tudo arranjado os miúdos brincam de uma forma diferente". "O espaço físico exterior está muito bonito e melhorado", salientou. Para a professora, a escola é o único ponto que junta as pessoas da freguesia. "É um pólo dinamizador, fazemos festas e trazemos as pessoas à escola. Até os militares da GNR, envolvidos na acção Escola Segura, marcam presença", disse. Desde há dois anos, segundo Maria Antónia Parrulas, é também realizada na escola a iniciativa "Dia dos Pais". A docente realçou ainda o bom relacionamento que existe entre a escola e o município de Estremoz, que apoia os projectos apresentados através do agrupamento de escolas.
Fonte: Público
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Escolas testam sistema de videoconferência
Duas das escolas mais avançadas em termos do Plano Tecnológico da Educação testaram as potencialidades da rede que ainda este ano lectivo ligará as escolas do País.O primeiro-ministro, José Sócrates, e a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, presentes na Escola Pinheiro e Rosa, em Faro, na passada sexta-feira presenciaram uma videoconferência que colocou em comunicação os presidentes dos Conselhos Executivos desta escola e da Escola Secundária de São João da Madeira, que recebeu a visita do secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira. O evento teve como objectivo mostrar as potencialidades da rede que, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação, ligará as escolas a partir do próximo mês de Abril, segundo anunciou José Sócrates. Na escola de São João da Madeira uma câmara captou a imagem que em Faro foi descodificada e convertida em sinal áudio e vídeo e daí em holograma, informa o portal Tek.A Escola Pinheiro e Rosa será uma das cem que contará com uma ligação à Internet com um débito de 100 Mbps. No entanto, segundo os objectivos do Plano Tecnológico da Educação todas as escolas, entre o 5.º e o 12.º anos, contarão com uma ligação de pelo menos 48 Mbps. Recorde-se ainda que todas as escolas do Plano Tecnológico da Educação deverão atingir durante o presente ano lectivo, um rácio de um computador ligado à Internet por cinco alunos, e deverão ter um videoprojector por sala de aula.
Fonte: Texto Editores
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Centenas de crianças sem leite escolar em Coimbra e infantário sem refeições
Algumas centenas de alunos do 1º ciclo de Coimbra estão sem leite escolar desde que começaram as aulas e problemas logísticos têm impedido o fornecimento de refeições a 75 crianças de um infantário público. Um dos agrupamentos de escola afectados é o da Martim de Freitas, mas não será o único, de acordo com informações recolhidas junto da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), que garante ter transferido as verbas necessárias para os agrupamentos de escola "ainda antes do Verão".Alberto Barreira, do conselho executivo do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas, que abrange cinco estabelecimentos do 1º ciclo, garantiu que "o leite será entregue amanhã nas diversas escolas". O responsável adiantou que a encomenda do leite foi efectuada à empresa fornecedora "no início de Setembro, depois de o estabelecimento ter o número de alunos" abrangidos.A presidente da Associação de Pais da Escola Básica da Solum, integrada no Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro, Margarida Marques, confirmou que o fornecimento de leite escolar também não está a ser garantido neste estabelecimento. José Alberto Lopes, presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escola Eugénio de Castro, que integra quatro escolas EB-1, escusou-se a prestar declarações sobre o assunto, referindo que "não confirma nem desmente".Para a presidente da Associação de Pais da Escola Básica da Solum, "a situação não é aceitável, porque sabe-se quando as aulas começam, e os pais deviam ser avisados, de forma a preparar o lanche completo às crianças".Já no Jardim-de-Infância de Montes Claros, o fornecimento de refeições às crianças também não tem sido assegurado, confirmou Oliveira Alves, da Direcção Municipal de Desenvolvimento Humano e Social da Câmara de Coimbra. O jardim-de-infância entrou em funcionamento dia 15, com 75 crianças, e será inaugurado oficialmente segunda-feira, referiu. "Os pais têm sido avisados deste constrangimento, e parte substancial leva os filhos a almoçar a casa", afirmou.De acordo com Oliveira Alves, trata-se de um "bloqueio circunstancial" que tem origem na falta de contentores de transporte de refeições, fornecidas através da Caritas Diocesana de Coimbra. No site do Agrupamento da Escola Martim de Freitas é referido que, "devido a questões de natureza logística, não poderá ser assegurado o serviço de almoços" e que, "no período entre as 12h00 e as 13h30 as crianças não poderão permanecer" no estabelecimento.
Fonte: Público
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Estudantes portugueses premiados por defesa do ambiente
Três estudantes de uma escola secundária dos Açores foram distinguidos esta quarta-feira em Bruxelas com um prémio do concurso «O nosso futuro é energia», por um filme sobre como transformar lixo em recursos valiosos, em defesa do Ambiente e da eficiência energética, escreve a Lusa.
Micaela Lima, Joana Rocha e Filipe Cimbron, da Escola Secundária de Lagoa, Açores, foram uma das seis equipas distinguidas pela «PlasticsEurope», ao triunfarem na categoria «Queres ser um herói?», com um filme sobre como reutilizar e reciclar componentes dos carros velhos, equipando os veículos com mais elementos de plástico.
«Foi um reconhecimento muito grande do trabalho que fizemos. Trabalhámos quatro meses neste projecto mas valeu a pena», disse a professora Maria Alexandra Medeiros, que coordenou os trabalhos.
Os alunos premiados comentaram que as preocupações ambientais «já vinham de trás», mas admitiram ter ficado «ainda mais sensibilizados».
Mais prémios para portugueses
O concurso promovido pela associação europeia de fabricantes de plástico, a PlasticsEurope, sob o patrocínio do comissário europeu responsável pela Educação, Jan Figel, incluiu outras categorias, tendo outras duas equipas de estudantes de duas escolas básicas portuguesas sido galardoadas.
As turmas do 5ºA, 5ºB e 6ºA da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Mem Ramires, Santarém, apresentaram a banda desenhada «Eugénio vai à escola», estando entre os cinco premiados na categoria «Aventuras do Herói FuturEnergia».
Por outro lado, os alunos Alberto Silva, Rafaela Sá e Sandra Barreto, da Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos/PE Professor Francisco M.S. Barreto, da Calheta, Madeira, recebem uma menção honrosa com «Energizer», um texto e uma ilustração com que concorreram à categoria «Perfil do Herói FuturEnergia».
Fonte: Portugal Diário
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Escola em pavilhão desportivo gera protestos da população
A "promiscuidade, falta de segurança e de condições de estudo para as crianças e professores" está a originar fortes protestos dos pais da escola do primeiro ciclo do Pego, que contestam as instalações provisórias num pavilhão desportivo.
Os 69 alunos, divididos por quatro turmas, iniciaram anteontem o ano lectivo dentro do pavilhão desportivo municipal já que a escola se encontra ainda em obras de requalificação.
No entanto, segundo Sérgio Vicente, presidente da associação de pais, "as obras de adaptação prometidas não foram cumpridas" e "vemos que não existem as mínimas condições para começar o ano lectivo" no actual pavilhão.
"A autarquia quer que parte do pavilhão seja aberto ao público em geral", partilhando-se assim as casas de banho das crianças, explicou este responsável, recordando que a "sala de computadores fica fora da escola, a 200 metros do pavilhão", sem "condições mínimas de segurança porque as obras de vedação prometidas não foram realizadas".
"Para além dos perigos óbvios das crianças andarem 'à solta' só existe uma auxiliar de acção educativa, as condições de instalação do refeitório deixam muito a a desejar e as temperaturas que se fazem sentir no interior do pavilhão são insuportáveis", afirmou.
Nelson de Carvalho, presidente da Câmara, disse que o ano lectivo "começou bem" e que, das quatro instalações provisórias visitadas "só no Pego levantaram problemas". No entanto, o autarca reconheceu que "muitas das questões levantadas pelos pais até são pertinentes".
"Não há uma incompatibilidade de uso mas um problema no acertar das regras de utilização do pavilhão desportivo", afirmou.
Fonte: JN
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Hip-hop e cante alentejano "enriquecem" oferta extracurricular das escolas do Alentejo
Enquanto em Évora se ensinam os alunos a dançar o hip-hop, nas escolas de Almodôvar tenta-se "manter viva" a música tradicional da região, com as crianças a aprender modas do cante alentejano.
Nos dois casos, são actividades de enriquecimento curricular que fogem à habitual oferta das escolas alentejanas do primeiro ciclo do ensino básico (EB1).Sob a forma de dança, uma das vertentes desta cultura oriunda dos Estados Unidos, o hip-hop chegou a duas escolas EB1 de Évora no último ano lectivo, a da Horta das Figueiras e a da Cruz da Picada.
O professor, Nelson Esteves, licenciado na Escola Superior de Desporto de Rio Maior, deu aulas a mais de 150 alunos dessas escolas, dos seis aos 10 anos, não duvidando em garantir o sucesso da iniciativa. "É por isso que, este ano, mais escolas da cidade querem o hip-hop", afirma à agência Lusa, preparando-se para leccionar em dois outros estabelecimentos de ensino, mas mantendo-se na Cruz da Picada, bairro problemático de Évora.
Detentor de formação específica em hip-hop, que define como um "modo de vida", da qual a dança é apenas uma das vertentes, a par do rap, do DJ`ing e do graffiti", o professor realça o impacto desta dança entre os alunos "Há comunidades diferentes na Cruz da Picada e, por vezes, chocam-se e surgem atritos. Mas, quando os miúdos souberam que iam ter hip-hop, ficaram todos contentes e corriam para mim, a perguntar quando era a aula", conta.
"É uma dança com uma grande parte criativa, que vai ao encontro do que eles gostam e precisam. Permite-lhes gastar energias, explorar a coordenação e ritmo e fomentar a socialização", assegura. O hip-hop "urbano" e vindo "da rua", cativou os alunos e as aulas foram "sempre música, do princípio ao fim", umas vezes com as crianças a dançarem sozinhas, outras sob coreografia do professor, que se surpreendeu com alguns alunos. "Havia um que já fazia trajectórias aéreas que eu próprio não consigo, já não tenho disponibilidade física para tanto", reconhece.
Os preconceitos tradicionalmente associados ao hip-hop, nomeadamente o ser um "desafio à autoridade" ou envolver "só rufias", também não impediram o projecto nas escolas, até porque são ideias "já mais diluídas".
Numa comunidade marcada por "alguns problemas sociais", os efeitos do hip-hop nos alunos da Cruz da Picada notaram-se nas aulas, segundo a coordenadora da escola, a professora Ascensão Almeida: "Até competiam nos intervalos para ver quem conseguia fazer os movimentos e, nos dias em que tinham dança, estavam mais calmos".
Já o cante alentejano, começou e, Janeiro de 2007, iniciativa da Câmara Municipal de Almodôvar, com o apoio do Ministério da Educação e em parceria com o Agrupamento de Escolas local. Nesse primeiro ano, o cante alentejano chegou a 115 alunos de sete freguesias rurais, tendo o projecto sido alargado, no passado ano lectivo, a todas as escolas básicas da sede de concelho, num total de 300 crianças.
No início, lembra o mentor do projecto e animador das aulas, Pedro Mestre, os miúdos "só conheciam as músicas da Floribella e dos Morangos com Açúcar" e encaravam o cante alentejano como "a música dos velhos". Mas, também aqui, "rapidamente foram conquistados" e, agora, estes "cantores de palmo e meio" cantam modas alentejanas "que nem passarinhos" e "sabem as letras na ponta da língua", frisa Pedro, de 24 anos.
"Tem sido uma experiência muito gratificante", regozija-se, assegurando que o projecto já atingiu "o principal objectivo", o de "estimular o interesse das crianças pelo cante alentejano, que não fazia parte dos seus gostos musicais". Através das aulas, assegura, as crianças "não só aprenderam a cantar, mas também a gostar, a ouvir com outra atenção e, mais importante, a respeitar e a valorizar" as modas tradicionais da região.
Para atestar o "sucesso" do projecto, além do "entusiasmo" das crianças, Pedro Mestre alude ao lançamento, em Fevereiro deste ano, de um CD com 10 modas alentejanas, com "hits" como "Ó Rama, Ó que Linda Rama" e "Ribeira Vai Cheia", aprendidas e cantadas pelos primeiros 115 alunos que frequentaram as aulas.
Neste ano lectivo, o animador vai ensinar 138 alunos, das sete freguesias rurais e de uma escola da sede de concelho, e está a "alinhavar" um manual sobre cante alentejano, embora o mais importante, garanta, não sejam "conteúdos teóricos", mas sim "pôr os miúdos a cantar".
Fonte: Rtp.pt
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Um modelo de escola em Óbidos
Óbidos inaugura no dia 13 um complexo escolar com condições de excelência. "Deve ser a única escola pública do País onde os alunos (430 dos 1º e 2º ciclos) têm uniforme, embora não seja obrigatório, e onde os pais vão poder tomar o pequeno-almoço com os filhos", explica Telmo Faria, presidente da Câmara local.
As salas de aula têm quadros interactivos e a alimentação é gerida por uma nutricionista. Uma equipa de clínicos, formada por dentista, psicólogo, pedopsiquiatra e terapeuta da fala, estará presente sempre que for necessário. Os alunos terão actividades que eles próprios escolheram, como judo, música, hip hop e artes plásticas. Está em curso a criação de uma orquestra, através de protocolos com três escolas de música do concelho.
O complexo tem vinte salas de aula, um pavilhão desportivo, centro de recursos com biblioteca, ludoteca e videoteca, sala de informática, dois laboratórios e uma sala de música. Custou três milhões de euros e é o primeiro de três que a autarquia vai construir. "Temos 13 milhões de euros de despesa de investimentos com a educação", afirmou Telmo Faria.
Fonte: CM
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Escola de São João da Madeira inicia aulas abraçada às novas tecnologias
A Escola Secundária Serafim Leite, em São João da Madeira, inicia quinta-feira o novo ano lectivo de braço dado com as novas tecnologias.
A escola assinala o princípio do fim dos cadernos escolares e dos quadros tradicionais rabiscados a giz.
"Todas as plataformas tecnológicas instaladas até final de Maio começam a ser usadas em pleno neste início de ano lectivo, a partir do dia 11", garantiu à agência Lusa o presidente do Conselho Executivo da escola, Pedro Gual.
A par da Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, a "Serafim Leite" foi pioneira a completar o primeiro eixo do Plano Tecnológico da Educação (PTE), recebendo um investimento de meio milhão de euros.
Em 20 das 44 salas de aula há agora quadros interactivos, onde já não se escreve com giz mas com caneta electrónica e onde professor até pode fazer anotações sobre imagens ou textos.
Nas restantes 24 salas os quadros tradicionais coexistem com modernos videoprojectores.
Os computadores com acesso à Internet estão em todas as salas, mas o acesso à rede é possível em todo o perímetro escolar, graças a uma rede sem fios (wireless).
A escola tem também um sistema de comunicações de voz preparado para funcionar sobre protocolo de Internet (VoIP).
Para o presidente do Conselho Executivo, a "revolução" tecnológica traz uma multiplicidade de vantagens, incluindo o aperfeiçoamento do sistema de e-learning (ensino à distância) já existente na escola há três anos.
Neste domínio, "passa a ser tudo mais fácil", observou Pedro Gual.
"Um professor com quadro interactivo pode gravar tudo o que ali escreveu e enviar para a plataforma. Isso permite que os alunos revejam a matéria dada quando quiserem", explica.
A apresentação de sumários electrónicos das aulas é outra possibilidade que se cria e, segundo Pedro Gual, pequenos módulos de formação para ajudar os professores nesta matéria vão iniciar-se na próxima semana.
Numa modernização tecnológica que vai além das salas de aula, a segurança também foi contemplada, já que em todo o perímetro escolar está instalado um sistema de vídeovigilância, com 16 câmaras.
O sistema contempla ainda um cartão electrónico do aluno, que regista entradas e saídas da escola e funciona como uma espécie de cartão Multibanco interno na secretaria, bar e cantina.
É um cartão que traz "maior segurança à comunidade escolar", possibilitando um conjunto de informações que até aqui não era possível, observou Catarina Silva, 16 anos, aluna no 11º ano.
Sobre o recurso dos professores nas aulas a mapas digitais, computadores, videoprojectores e quadros interactivos, a jovem disse não ter dúvidas que "o ensino vai melhorar".
"Vamos aos poucos deixando de andar com os cadernos atrás, substituindo-os por portáteis, o que é bem melhor", sublinhou.
Também Bruno Miguel, 17 anos, se mostrou "surpreendido" com a modernização tecnológica registada nos últimos tempos na escola.
"Acho que estamos no bom caminho. E se o Portugal quer evoluir tem de ser desta forma", referiu este aluno do 12º ano.
Crisália Azevedo, 15 anos, matriculou-se agora na "Serafim Leite", mas já tem "grandes expectativas" quanto ao que a espera.
"Já ouvi falar que aqui apostam muito na inovação e nas novas tecnologias. Eu, que ando sempre a navegar na Internet, fico satisfeita", declarou.
A Escola Secundária Serafim Leite é a mais antiga da cidade e conta actualmente com cerca de 870 alunos matriculados no ensino diurno e 500 a frequentarem as aulas nocturnas.
A aposta do PTE nesta escola foi da responsabilidade da tutela, mas Pedro Gual disse acreditar que a opção teve em conta a apetência da "Serafim Leite" para a formação na área informática.
Antes do lançamento do PTE, alunos daquela escola chegaram a desenvolver uma aplicação informática para planear a rede de oferta educativa e sinalizar casos de abandono escolar, posta ao serviço da Coordenação da Área Educativa de Entre Douro e Vouga.
Fonte: Visão
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Alunos do Colégio dos Carvalhos têm estágio de 300 firmas
A companhamento individualizado e permanente dos alunos em todo o percurso escolar e uma forte aposta nos cursos científico-tecnológicos são alguns do aspectos que distinguem o Colégio Internato dos Carvalhos (CIC), em Gaia, instituição que está a comemorar o seu primeiro centenário.
"O colégio decidiu, há 25 anos, dedicar-se a um ensino com uma componente mais prática e essa é uma das nossas imagens de marca", afirmou Joaquim Cavadas, director pedagógico do colégio. Além disso, o CIC tem um protocolo com cerca de 300 empresas, que acolhem os alunos "fiinalistas" para um estágio profissional de seis meses.
Autonomia
A autonomia educativa permite ao CIC divergir da maior parte das escolas portuguesas. Além dos cursos científico-tecnológicos, os seus alunos só no final do 10.º ano, e devidamente orientados pelo Gabinete de Orientação Vocacional, é que escolhem o curso e optam pela via científica ou cientifico-tecnológica.
"No início do 10º ano, há cinco áreas de estudo à escolha dos estudantes - ciências e saúde, ciências e tecnologias, ciências económicas, ciências sociais e humanas e artes gráficas - cada uma com três disciplinas. Assim, os jovens têm oportunidade de contactar com as suas áreas de interesse e escolher já com conhecimento de causa", realçou Joaquim Cavadas. No final do 12º ano, os alunos podem prosseguir os estudos ou fazer um estágio de meio ano numa das 300 entidades protocoladas com o colégio. "No final dos seis meses os alunos podem fazer os exames nacionais e retomar os estudos na faculdade", sublinhou.
Fonte: JN
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sexta-feira, 28 de março de 2008
Escola Álvaro Velho arrecada certificação com Plano de Emergência
“Começar pelas crianças é fundamental” em muitas matérias, incluindo a Protecção Civil. Quem o afirma é Joaquim Nogueira, presidente do Conselho Executivo da Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Álvaro Velho, que vai ser a primeira no distrito e no país certificada pelo trabalho efectuado em prol de uma “cultura de segurança”.
“Estimulante e gratificante” é como os professores responsáveis pela elaboração e implementação do Plano de Prevenção e Emergência do Agrupamento de Escolas Álvaro Velho, José de Brito do Ó e Carlos Dias, sentem a certificação que a sua escola vai receber, dentro em breve, em matéria de Protecção Civil. A novidade foi dada à escola por parte da Protecção Civil municipal que, em conjunto com o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, decidiu enaltecer todo o trabalho efectuado desde a data de aprovação do Plano de Emergência da escola, em 2006, e que culminou na realização de uma ‘Semana da Protecção Civil’, que teve lugar de 25 a 29 de Fevereiro último.
Fonte: Jornal do Barreiro
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quinta-feira, 13 de março de 2008
Mil alunos fazem o Pi
Mais de mil alunos da Escola Secundária da Portela, em Sacavém, aos quais se juntarão professores e pessoal não docente, vão construir amanhã o maior Pi humano e tentar obter um novo recorde mundial.
“Tentamos criar alguma actividade relacionada com a Matemática no final de cada período. O dia 14 de Março é precisamente o dia em que o Pi faz 302 anos”, explicou ao CM a professora de Matemática, Elisabete Longo.
O Pi, cujo valor aproximado é 3,141592653, é algo que as crianças começam a conhecer na infância: “Na Primária fala-se do Pi quando se quer explicar o perímetro de uma circunferência e mais tarde, no Liceu, os alunos aprendem que é uma dízima infinita”.
Com esta iniciativa, a Escola Secundária da Portela pretende estimular o gosto dos estudantes pela Matemática. “Penso que os alunos estão bastante empenhados e entusiasmados e que vamos ter uma boa adesão”, rematou Elisabete Longo.
A construção do maior Pi humano, no qual cada participante terá consigo uma placa com um algarismo do número, está agendada para as 12h00.
Fonte: CM
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Alunos de Santo Tirso e Montijo ganham prémio europeu contra a discriminação
Alunos do Colégio das Caldinhas de Santo Tirso e da Escola Profissional do Montijo estão entre os vencedores do concurso intitulado A União Europeia e a não-discriminação, lançado em 30 de Julho último pelo vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Justiça, Liberdade e Segurança, Franco Frattini, e destinado a todos os jovens da UE.
Mediante esta iniciativa, crianças e adolescentes europeus, com idades entre os 12 e os 14 anos e os 15 e os 18 anos, foram convidados a conceber um cartaz alusivo à não-discriminação na UE.
No primeiro daqueles grupos etários, o Colégio das Caldinhas de Santo Tirso ficou em terceiro lugar, enquanto no segundo a Escola Profissional do Montijo ficou em segundo lugar.
Fonte: Portal da Educação
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Pais da Escola Almeida Garrett protestam contra falta de equipamentos desportivos
Pais e os alunos fecharam a escola não a cadeado como é habitual mas com a colocação de “prendas de Natal” que são tijolos que servirão para ajudar na construção de um pavilhão desportivo. O protesto tem por objectivo chamar a atenção do Ministério da Educação e da Câmara Municipal da Amadora para a necessidade de reabilitação do Pavilhão Desportivo - cujo edifício está no exterior da escola e para cujo acesso é necessário atravessar uma estrada - encerrado há mais de um ano por falta de condições de segurança.
João Villa Lobos, da Associação de Pais e Encarregados de Educação da escola, disse que o que se pretende é que as entidades competentes resolvam o problema dos equipamentos desportivos no estabelecimento de ensino, uma vez que os alunos não têm aulas de educação física em condições.
«O Pavilhão desportivo está fechado há mais de ano por falta de segurança. O telhado é em fibrocimento, que é proibido por lei, e algumas telhas e janelas estão partidas deixando entrar água quando chove», contou.
Fonte: Sol
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Em destaque...Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico Dr Ginestal Machado (Santarém)
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Em destaque...Escola Secundária Infanta D.Maria (Coimbra)
Escola situada na cidade de Coimbra que esteve em destaque por ter obtido resultados entre as melhores escolas nacionais nos exames do ensino secundário. Pelo Decreto 4650 de 14 de Julho de 1918 foi criado o então Liceu Feminino de Coimbra que iniciou as actividades lectivas em 19 de Fevereiro do ano seguinte (1919), num edifício que ainda hoje existe: a casa nº 111 da Avenida Sá da Bandeira. Nesse mesmo ano, decidiu o Governo, pelo Decreto 5096 de 13 de Janeiro, “distinguir com designação própria os vários estabelecimentos de ensino” e “atribuir a esses estabelecimentos nomes de grandes individualidades, cuja lembrança constitua para os educandos perene sugestão de virtudes cívicas e morais e o reconhecimento de sólidos valores intelectuais”. O Liceu Feminino de Coimbra passou então a designar-se por Liceu Nacional Infanta D. Maria. Do seu projecto educativo de salientar os objectivos que se propõem alcançar: UMA ESCOLA HUMANA, UMA ESCOLA VIVA, UMA ESCOLA GLOBALIZADORA DE SABERES.
Fonte: www.esidm.pt/escola.htm
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Em destaque...Escola Secundária de Sá de Miranda (Braga)
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Artigo de opinião
O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicasHoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.
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