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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Jovens "cientistas" sentem-se pouco estimulados nas aulas - Associação Juvenil de Ciência

O desenvolvimento de projectos em aulas de ciências do secundário é pouco estimulado e os jovens que se aventuram em projectos próprios fazem-no de forma extracurricular, afirmou hoje o presidente da Associação Juvenil de Ciência.
Gonçalo Pimentel, presidente daquela associação que realiza em Aveiro o XXVI Encontro Juvenil de Ciência, disse hoje aos jornalistas que "o interesse pelas Ciências está a crescer entre os jovens".
Referiu, no entanto, que eles se vêm obrigados, salvo raras excepções, a desenvolver os seus projectos fora das aulas.
"Poucos são os que são feitos nas escolas e esses correspondem à área de projecto, que pode ser boa, mas depende dos professores. Os bons projectos têm bons professores a orientar", disse.
Os encontros juvenis da Ciência são uma "montra" da investigação desenvolvida por jovens que frequentam o ensino secundário e alguns dos que foram apresentados em edições anteriores vieram a ser premiados em vários concursos.
O interesse crescente dos jovens pelas actividades científicas é atestado pelo elevado número de inscrições este ano.
Até ao dia 12, a Universidade de Aveiro acolhe 75 jovens de vários pontos do país, com idades dos 15 aos 23 anos, para trocar experiências, participar em diversas actividades e aprender mais sobre os vários ramos da ciência.
"Este ano não tínhamos vagas para tanta gente", revelou Gonçalo Pimentel aos jornalistas, para quem o encontro é a oportunidade para estudantes que não se satisfazem com a ciência de base das aulas e aspiram à Ciência e Tecnologia "de ponta" verem "o outro lado da Ciência".
Na cerimónia de abertura do XXVI Encontro Juvenil de Ciência, António Ferrari, vice-reitor da Universidade de Aveiro, enalteceu o entusiasmo dos participantes com a Ciência e considerou "fundamental para o país, o envolvimento dos jovens desde o ensino secundário, em actividades científicas.
Fonte: Rtp.pt

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Mais de 270 alunos do secundário vão participar em projectos reais de investigação científica

A partir de segunda-feira, 275 alunos do secundário vão trabalhar, durante uma semana, em projectos reais de investigação científica nas áreas da Saúde, Física e Matemática, nos centros de investigação da Universidade do Porto (UP).O objectivo da Universidade do Porto é sensibilizar jovens pré-universitários para as áreas ali leccionadas. Segundo Filomena Mesquita, responsável pela organização da iniciativa, os jovens participantes foram seleccionados após uma "avaliação rigorosa" do currículo académico. "De modo a potenciar esta primeira aventura no mundo da investigação, todos terão a oportunidade de apresentar as suas descobertas perante uma Comissão Científica, composta por investigadores doutorados da Universidade do Porto", salientou. Em Julho, a Universidade do Porto já tinha aberto as portas a mais de 5000 alunos do 5º ao 11º anos.
Fonte: Público

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Ano Lectivo de 2008/2009: Listagem dos manuais escolares de Ciências Físico-Químicas (CFQ) e Ciências – Naturais (CN), do 9.º ano de escolaridade

Foram entregues pelas editoras para adopção pelos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, no ano lectivo de 2008/2009, manuais escolares de Ciências Físico-Químicas (CFQ) e Ciências – Naturais (CN), do 9.º ano de escolaridade.

Listagem
Fonte: DGIDC

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Projecto Parlamento Europeu da Ciência

O Parlamento Europeu da Ciência é um Projecto que pretende motivar os alunos europeus, com idade mínima de 15 anos, a participar em actividades científicas e debates com cientistas, políticos, economistas e representantes dos media.

Este ano o projecto é organizado em conjunto pela cidade alemã de Aachen e pela Universidade de Rheinisch.

O principal tema de discussão é a energia “Europe energised- will light go out in 2050”, podendo os participantes abordar as questões de energia no âmbito dos seguintes tópicos: tecnologia, geografia, política, sociedade, economia e responsabilidade individual.

Desde Março que funciona na Web um fórum de discussão, com a participação de especialistas para debate desta problemática.

Estas actividades online servem também para fazer uma pré-selecção dos participantes, que vão ser convidados a participar no debate a realizar nos dias 9 e 10 de Outubro, na cidade alemã de Aachen.

No final de cada sessão do Parlamento Europeu da Ciência, será elaborada a Declaração de Aachen, documento que constituirá um portefólio de opiniões tendo em vista futuras recomendações e, será distribuído às instituições europeias.

As escolas interessadas em participar, deverão consultar, no endereço www.science-parliament.eu, os procedimentos de registo, participação, pré-selecção dos candidatos, constituição do júri e critérios de selecção.

Fonte: DGIDC

quinta-feira, 20 de março de 2008

À procura de novos talentos

A Fundação da Juventude procura estimular a criatividade e o aparecimento de jovens promessas com mais uma edição do concurso Jovens Cientistas e Investigadores.
Até dia 20 de Abril, jovens entre os 15 e os 20 anos que frequentem o Ensino Básico, o Ensino Secundário ou, no máximo, o 1.º ano de um curso do Ensino Superior podem participar em mais uma edição do concurso Jovens Cientistas e Investigadores.

De âmbito nacional, o concurso pretende desenvolver o espírito competitivo dos jovens, através da realização e desenvolvimento de projectos e trabalhos científicos. O objectivo é promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores, estimulando o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, da Tecnologia, da Investigação e da Inovação.

Os interessados podem concorrer individualmente ou em grupo, com trabalhos que tenham sido concluídos antes da entrada no Ensino Superior e que se enquadrem em áreas de estudo como Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharia, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática e Química.

Serão atribuídos quatro grandes prémios no valor de 2000, 1500, 1000 e 500 euros, respectivamente, em material ou equipamento científico, de acordo com os interesses dos estudantes. Serão, ainda, atribuídas menções honrosas, não pecuniárias, aos trabalhos que manifestamente apresentem índices de inovação e oportunidade relevantes. A Fundação da Juventude vai, ainda, atribuir um prémio especial ao professor coordenador do projecto vencedor do primeiro prémio, no valor de 500 euros, de forma a gratificar o empenho e a dedicação no acompanhamento e orientação do projecto.
Fonte: educare.pt

quinta-feira, 13 de março de 2008

Portal na Internet cativa alunos para a engenharia química

Cativar os alunos do ensino secundário para as aplicações práticas da física e da química, através de conteúdos específicos e simulação em computador, é um dos objectivos do portal Internet LabVirtual, disse hoje a autora do projecto.
portal, intitulado «Laboratórios Virtuais de Processos Químicos» e promovido por uma equipa de investigadores das universidades de Coimbra e do Porto, está disponível na rede desde Outubro do ano passado, mas apresenta sexta-feira uma secção específica destinada a alunos e professores do ensino secundário.

«Baseia-se nos programas de Física e Química do ensino secundário, para mostrar aplicações práticas daquelas disciplinas no dia-a-dia», disse à agência Lusa Graça Rasteiro, do Departamento de Engenharia Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Vão estar disponíveis animações, vídeos de experiências e simuladores, entre outros, permitindo a estudantes e docentes interagir com matérias e conteúdos específicos da química e física.
Fonte: Diário Digital

sexta-feira, 7 de março de 2008

Brasil: divulgando a cultura científica

Um grupo de físicos lançou, na manhã desta quinta-feira (6/3), na capital paulista, um projeto didático ambicioso com o objetivo de levar a todas as 24.131 escolas públicas e privadas de ensino médio do Brasil os principais conceitos adquiridos no século 20 sobre a estrutura elementar da matéria.

Um dos objetivos do projeto Estrutura Elementar da Matéria: Um Cartaz em Cada Escola, que pretende distribuir 50 mil cartazes, cerca de dois para cada instituição de ensino, é aguçar a curiosidade dos jovens e despertar vocações para o estudo das ciências físicas.

Serão distribuídos ainda 25 mil folhetos explicativos para que os professores possam responder às questões levantadas pelos alunos. Cartaz e folheto contêm conhecimentos básicos sobre os constituintes da matéria e as interações que regem o mundo subatômico.

A iniciativa é do Centro Regional de Análise de São Paulo (Sprace), em parceria com docentes e pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e de São Paulo (USP), e com apoio financeiro da Universidade Federal do ABC (UFABC) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“A idealização do projeto foi motivada pela grande defasagem nos conteúdos ensinados nas escolas sobre a estrutura da matéria, comparado com o avanço do conhecimento adquirido pelas comunidades científicas nacional e internacional”, disse o físico Sergio Novaes, coordenador do projeto e professor do Instituto de Física Teórica da Unesp, à Agência FAPESP

Segundo ele, essa defasagem no currículo escolar do ensino médio no país, “que praticamente não leva em conta os avanços do século passado”, varia de 70 a 100 anos. Os esforços para se descobrir do que a matéria e o Universo são constituídos, no entanto, são muito antigos e foram acompanhados de diversas propostas para sua descrição.

“Isso envolve desde as descrições mais simples e que já foram descartadas, como a dos antigos gregos sobre os quatro elementos – terra, fogo, água e ar – até as mais complexas e atuais, feitas após a introdução da tabela periódica por Dmitri Mendeleiev no fim do século 19. O problema é que o século 20 presenciou avanços profundos no conhecimento da estrutura mais íntima da matéria que muitas vezes são completamente ignorados”, afirmou.

Fonte: Agência FAPESP

quinta-feira, 6 de março de 2008

Alunos caldenses mostram biomonitorização da qualidade da água e do ar

Um projecto relacionado com a qualidade da água e do ar, realizado na Escola Secundária Raul Proença, em Caldas da Rainha, no decorrer do ano lectivo 2004/2005, numa parceria entre a Associação de Defesa do Ambiente Nostrum, a Universidade de Évora, a Universidade de Lisboa e o programa Ciência Viva, mereceu divulgação há dias no programa ABCiência, da RTP.

A professora Mercês Silva e Sousa, acompanhada de oito alunos, levou para o programa o seu projecto de biomonitorização da qualidade da água e do ar, no âmbito da Educação Ambiental, mostrando, através da construção de uma espécie de jogo, a cidade das Caldas da Rainha e dois troços de um rio. O primeiro apresentava a biodiversidade das espécies sem influência da cidade e o segundo com influência.

O resultado foi que no primeiro troço do rio a diversidade era maior, devido à menor poluição. O estudo considerou altamente contaminadas as águas do rio Porto do Carro, que desaguam na Lagoa de Óbidos sem qualquer tratamento, sendo inclusive utilizadas para rega de terrenos agrícolas.

A biomonitorização implementada teve como base o estudo dos animais macro-invertebrados bentónicos e de briófitos existentes nas linhas de água e, atendendo à sua (forte ou fraca) resistência à poluição bem como às alterações morfológicas, foi classificado o grau de poluição a que cada curso de água ficou submetido ao longo do tempo.

De acordo com Mercês Silva e Sousa, “a vantagem da biomonitorização sobre a monitorização clássica (através de análises pontuais da qualidade da água) resulta numa percepção evolutiva das características qualitativas da água ao longo do tempo e não num resultado momentâneo”.

Em termos gerais, os principais objectivos deste trabalho centram-se na promoção da Educação Ambiental através da monitorização voluntária, recorrendo a invertebrados e musgos aquáticos, tendo havido uma auditoria científica por parte das Universidades de Évora e de Lisboa, como garantia da fiabilidade dos dados colhidos.

A acção deu azo a uma parceria entre a Associação de Defesa do Ambiente Nostrum, as universidades de Évora e Lisboa, a Águas do Oeste e o programa Ciência Viva, para desenvolver um projecto de biomonitorização das linhas de água do Norte da região Oeste, especificamente nos municípios de Alcobaça (ETAR de Pataias), Bombarral (ETAR de Azambujeira dos Carros), Peniche (ETAR de Serra d´El Rei) e Óbidos (ETAR das Gaeiras).

A apresentação na RTP pode ser vista no site www.abciencia.net.
Fonte: Oesteonline

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Prémio Inovação

Paula Canha, professora de Biologia e Geologia, quebra a rotina das aulas com saídas de campo e actividades experimentais. O seu trabalho foi reconhecido com o Prémio Inovação.
Os que a conhecem dizem que é discreta e simples. Mas o seu trabalho não passou despercebido. Paula Canha, professora de Biologia e Geologia da Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, em Odemira, foi distinguida com o Prémio Inovação, instituído pelo Ministério da Educação. Na planificação das suas aulas, encontram-se saídas de campo, visitas de estudo, actividades experimentais, debates, apresentações orais, trabalhos em grupo, construção de modelos, resolução de exercícios. A teoria é importante, a prática é fundamental. "De acordo com a matéria, procuro sempre encontrar alguma actividade que ponha os alunos com as mãos na massa", refere. "Os manuais apontam para algumas experiências simples e úteis, que podem e devem ser feitas nas aulas práticas, mas eu gosto de, mesmo numa aula teórica, introduzir alguma observação, alguma manipulação, que quebre o ritmo, que 'acorde' os alunos, que os faça mexer".Exemplos não faltam. "Ir a uma empresa agrícola ver como fazem luta integrada de pragas, dar um passeio à volta da escola para ver o processo de formação do solo, ver ao vivo em laboratório a reprodução de um verme, pesquisar na Internet as últimas novidades na investigação espacial ou fazer um debate sobre as implicações éticas da clonagem", adianta. Muitas vezes, no caminho de casa para a escola, pára para recolher coisas para mostrar nas aulas. "Para mim, é importante diversificar as formas de aprender, que são muitas. Um recurso que se tem mostrado muito útil é a utilização da Plataforma de Aprendizagem Moodle." E tem sido fácil arranjar pretextos para passar da teoria à prática. "Como não seguir o caminho do nosso lixo doméstico até ao aterro sanitário quando no 12.º ano se ensina o tratamento de resíduos?". "Ou como não ir às extraordinárias falésias da nossa costa quando se dão as deformações das rochas no 11.º ano?".
Fonte: educare.pt

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Concurso “Descobre o teu céu”

Os alunos do ensino básico serão desafiados, ao longo deste ano, a criar constelações de estrelas, no âmbito do concurso “Descobre o teu céu”, promovido pelos museus da Ciência da Universidade de Coimbra e de Lisboa.A iniciativa, que conta ainda com a Critical Software na promoção, insere-se no âmbito do programa de Celebração do Ano Internacional da Astronomia, assinalado em 2009.Para “cultivar o gosto dos mais novos pela Astronomia”, a organização do concurso propõe “aos alunos de todas as escolas realizarem, a partir de quatro mapas, um desenho de novas constelações e uma narrativa”. “A partir das estrelas de certas partes do céu que foram seleccionadas, inspirados na observação do céu real e/ou do céu de um planetário, ou simplesmente a partir de uma representação das estrelas numa imagem, pretende-se que os alunos construam novas constelações e desenvolvam histórias a elas associadas”, revela a organização.As inscrições estão abertas até 30 de Novembro de 2008, e os trabalhos aceites até 21 de Dezembro de 2008.
Fonte: Público

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Cientistas do futuro mostram trabalhos em Santarém

A Escola Secundária de Sá da Bandeira, em Santarém, acolhe até sábado, 12 de Janeiro, o X Encontro de Cientistas do Futuro das Escolas Associadas da UNESCO. A iniciativa, com início dia 9, tem este ano como mote “As Ciências da Terra ao Serviço da Sociedade” e assinala 2008 como Ano Internacional da Terra.
Nesta edição participam jovens de escolas portuguesas e espanholas como o Colégio Torre de Dona Chama (Mirandela), Escolas Secundárias de António Nobre e de Aurélia de Sousa (ambas do Porto), Dr. Bernardino Machado (Figueira da Foz), Dr. Ginestal Machado (Santarém) e Sá da Bandeira, que organiza o encontro. De Espanha estõ delegações da Escola Virolai (Barcelona) e dos Institutos de Educação Secundária Pedra da Auga (Ponte Areas) e Luís Seoane (Pontevedra), ambos na Galiza, e de Salvador Victoria (Monreal del Campo – Aragão).
A acção vai proporcionar a apresentação de trabalhos de investigação elaborados pelos jovens alunos nas suas escolas, a que se seguirão workshops para discussão dessas apresentações. Estas actividades são complementadas com visitas de estudo. Os participantes são ainda os responsáveis pela animação cultural de duas noites apresentando poesia, teatro e música.
Fonte: O Mirante

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Zero a Oito lança colecção júnior dedicada às ciências

Vem Descobrir é o nome da nova colecção da Zero a Oito dirigida aos mais novos dedicada ao mundo da ciência. Os livros resultam da adaptação para o português de uma colecção da francesa Fleurus, com a qual a Zero a Oito negociou os direitos e cujos valores, Carla Ramos, directora comercial da Zero a Oito preferiu não revelar. Com capa dura, 32 páginas, a colecção arranca com seis números (com três mil exemplares cada), podendo "consoante com os resultados avançar para mais", estando disponível por 9,90 euros no canal livrarias. "Pensamos que será bem aceite, sobretudo nesta época de Natal. É uma ideia de presente com conteúdo".Depois de Aprender (primeiro trimestre) e Nomes com História (Julho), Vem Descobrir é a terceira colecção com a marca da editora Zero a Oito a surgir no mercado.
Fonte: Meios e Publicidade

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Técnicas de investigação dissecadas em Santa Maria da Feira

O Visionarium do Centro de Ciência do Europarque, em Santa Maria da Feira, abriu portas a um novo espaço que transporta os visitantes para um laboratório semelhante ao da série policial CSI, onde é possível saber como funcionam estas infra-estruturas. A experiência está acessível no espaço Laboratorium, onde se encontram os mais variados aparelhos e outros equipamentos sofisticados necessários para identificar qualquer suspeito.
A iniciativa destina-se sobretudo a alunos do ensino básico ou secundário, que têm programas próprios, mas também está aberta ao público em geral que pode assim experimentar ser cientista por umas horas.
Neste laboratório são realizadas experiências das mais variadas áreas científicas, que vão desde a biologia celular e molecular até microbiologia, bioquímica ou genética, através das quais se pretende ajudar os visitantes a compreenderem melhor factores como a divisão celular, propriedades da molécula de ADN ou a biotecnologia na produção.
Fonte: Sol

domingo, 25 de novembro de 2007

Estação Metereológica Escola Francisco Holanda forma alunos, informa cidade e fornece dados climatéricos

A Estação Metereológica da Escola Francisco de Holanda de Guimarães será um meio de formação científica dos alunos, servindo também para informar a cidade e fornecer dados sobre tendências climáticas, disse hoje à Lusa fonte do estabelecimento.
O responsável pelo projecto, Ramiro Garrido, adiantou que a Estação, recentemente montada no quadro do programa Ciência Viva, serve para motivar os alunos e para fornecer dados à cidade sobre o seu clima. Poderá ainda ter utilidade prática, de médio e longo prazo, para registar a evolução climática na zona, através de dados que serão fornecidos a outras entidades de investigação da área metereológica. A aquisição da estação, adiantou, foi totalmente comparticipada pelo programa europeu FEDER, com cerca de quatro mil euros, através do Ciência Viva.
A estação meteorológica está, desde Outubro, a recolher dados relativos à temperatura, humidade relativa, velocidade e direcção do vento, radiação solar e precipitação, "entrando-se agora numa fase de envolvimento dos alunos, após tratamento e divulgação dos primeiros resultados obtidos".
Ramiro Garrido salientou que "pouco a pouco, os alunos estão a integrar o projecto, cabendo-lhes a monitorização dos registos e a sua transferência para um computador com um 'software' apropriado".
O projecto foi desenvolvido no âmbito da rentabilização da componente não-lectiva de alguns docentes do Departamento de Ciências Físico-Químicas e Naturais da Escola, obrigatoriamente prestada a partir do ano lectivo 2005/2006, resultando da aprovação da candidatura ao Ciência Viva.
Fonte: Lusa

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Cavaco Silva recebe aula de ciências naturais de alunos

O Presidente da República recebeu hoje uma verdadeira aula sobre ciências naturais dada por dezenas de alunos no Centro de Ciência Viva, em Faro, uma iniciativa inserida no Roteiro para a Ciência que termina hoje na região algarvia. Depois de escutar atentamente as explicações de David Silva, 10 anos, aluno da Escola Básica 2/3 de Santo António, sobre a evolução do globo terrestre, Aníbal Cavaco Silva confessou ficar sempre surpreendido com as ciências naturais.
«São os mistérios da natureza e como eu sou de ciências sociais fico sempre surpreendido», disse o Presidente da República (PR), confessando que entrou pela primeira vez num Centro de Ciência Viva, e o eleito foi o do Algarve.
Fonte: Diário Digital

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Jogos matemáticos produzidos pela Fábrica da Ciência no Uruguai

A partir dos jogos produzidos em 2006 pela associação Ludicum e pela Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, no âmbito do 2º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, o Taller de Ciência em Montevideu, no Uruguai, realiza nos próximos dias 23 e 24 de Novembro, o 1º Campeonato Nacional de Ciência em Português. O Taller de Ciência no Uruguai realizou uma edição própria que distribuiu gratuitamente pelas Escolas Primárias e Secundárias com ensino da língua portuguesa no Uruguai. As regras do jogo foram fornecidas na língua portuguesa e o desenvolvimento das actividades em cada escola é feita pelos professores de português.
À semelhança da associação Ludicum, o Taller de Ciência faz uso do jogo como incentivo ao raciocínio matemático mas também na aprendizagem da língua portuguesa no Uruguai. A Fábrica Centro Ciência Viva reserva um espaço a estes jogos matemáticos onde se pode aprender a jogar jogos adequados a diferentes idades.
Fonte: ua online

domingo, 11 de novembro de 2007

Espanha: Semana da ciência


Semana de la Ciencia em Espanha levará a ciência aos cidadãos, com mais de 2000 actividades. Este ano, este que é o maior evento de comunicação social da ciência e da tecnologia em Espanha, coincide com o Ano da Ciência.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Informação e a educação são os temas centrais do Ano Internacional do Planeta Terra


O Ano Internacional do Planeta Terra tem o apoio institucional da Organização das Nações Unidas e da União Internacional das Ciências Geológicas.
A Assembleia-Geral das Nações Unidas proclamou 2008 como o Ano Internacional do Planeta Terra. As actividades decorrerão entre 2007 e 2009.
O principal objectivo deste ano é demonstrar que as Ciências da Terra podem ajudar as futuras gerações a enfrentar os desafios de uma forma mais segura.
A informação e a educação são os temas centrais do Ano Internacional do Planeta Terra. A sua concretização passa pela implementação de dois programas:
um que inclui actividades educativas destinadas para o ensino básico e secundário (consulte www.esfs.org/)
e o outro um programa científico centrado nos "grandes temas": Águas Subterrâneas; Clima; Terra e Saúde; Terra Profunda; Megacidades; Recursos; Riscos; Oceanos; Solos e Terra e Vida.
Em Portugal, a Comissão Nacional da UNESCO constituiu o Comité português com vista a dinamizar as actividades do Ano Internacional do Planeta Terra. A DGIDC integra este comité.
A cerimónia oficial do lançamento do Ano Polar Internacional do Planeta Terra (AIPT) decorrerá no dia 10 de Novembro, de 2007, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Para mais informações consulte o site da UNESCO: http://www.unesco.pt/.

Fonte: DGIDC

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Escolas dos EUA usam Pokémon para ensinar ciência


´É a ciência do século 21 com as ferramentas do século 21'

Escolas norte-americanas recorrem aos monstrinhos japoneses da "Pokémon" para aproximar a ciência de estudantes do ensino básico e médio. Sob o slogan "Domine a ciência, domine o jogo", as aulas de ciência trazem imagens e nomes de personagens de "Pokémon Diamond & Pearl", jogo de Nintendo DS lançado em 2006. As lições abordam temas como "viagem no tempo" e "expansão do universo". A iniciativa vem de um acordo da Nintendo da América com o Instituto Nacional Aeroespacial (NIA) e o instituto Nortel LearniT. Lições gratuitas estão disponíveis no site Master the Science, em que o usuário pode fazer o download de PDFs e enviar dúvidas e sugestões a especialistas. O site Pokémon Learning League também oferece passatempos que usam personagens de "Pokémon" para ensinar conceitos de matemática, ciência e vida prática.

Fonte: G1

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Artigo de opinião


O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicas

Hoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.

in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)