Depois das pilhas e dos resíduos de embalagens de plástico ou cartão, as escolas do ensino básico e secundário vão começar também a recolher equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida e a habilitar-se a ganhar material didáctico."Escola Electrão" é um programa da Amb3E, a entidade responsável pela recolha de frigoríficos ou aparelhagens velhas, micro-ondas e lâmpadas, que pretende sensibilizar e envolver professores, alunos, funcionários, pais e comunidade em geral, no esforço global da reciclagem e valorização dos equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida. Segundo a Amb3E, o programa Escola-Electrão - que decorre até Junho de 2009 - já recebeu a inscrição de 200 escolas do país que se habilitam a ganhar computadores, projectores, máquinas fotográficas ou câmaras de filmar se conseguirem depositar a maior quantidade destes equipamentos nos Pontos Electrão que serão colocados nas escolas para que pais e alunos possam lá depositar os equipamentos. Segundo a Comissão Europeia, cada cidadão europeu gera, em média, 14 quilos de resíduos eléctricos e electrónicos por ano, embora outros estudos apontem para valores superiores. Um dos problemas associado ao fluxo deste tipo de resíduos é a presença de substâncias perigosas para o ambiente e a saúde, como arsénio, chumbo, cádmio, crómio, mercúrio, cloreto de polivinil e clorofluorcarbonos.
Fonte: Público
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Escolas vão participar na recolha de resíduos eléctricos e electrónicos
Etiquetas: Educação e ambiente
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
ENO Tree Planting Day 2008 celebra-se hoje
Centenas de escolas em todo o mundo celebram hoje o ENO Tree Planting Day 2008, uma celebração pelo ambiente e pela paz, que ao longo do dia pode ser acompanhada via Internet. Existem já fotos que chegam da Nova Zelândia e que documentam a plantação de duzentas árvores nativas num evento que envolveu a comunidades escolar de Riverlands.Dá-se, assim, início a uma acção simultânea, ao meio-dia, em todos os lugares do mundo, respondendo ao desafio de plantar árvores e, após o pôr-do-sol, à noite, a iniciativa continua, numa actividade adicional, nas escolas ou nas casas com suas famílias, dedicada a explorar as constelações de estrelas localmente. Durante o dia, seguindo o Sol, novas árvores serão plantadas na Ásia, na Europa e na África. Finalmente esta cadeia de árvores, pelo ambiente e pela paz, no dia em que se celebra também a chegada do Outono, chegará às Américas.Em Portugal, associam-se a este programa, a Escola E.B. 2.3 de Avelar, a E.B.2/3 Júlio Saul Dias, a E.B. I 1,2,3/JI Vasco da Gama, a Escola E.B. 2, 3 Abel Salazar, a Escola Secundaria Carlos Amarante, a Escola Secundaria Francisco Simões e a Profiacademus - Escola Profissional de Santa Comba.
Fonte: Texto Editores
Etiquetas: Educação e ambiente
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Estudantes portugueses premiados por defesa do ambiente
Três estudantes de uma escola secundária dos Açores foram distinguidos esta quarta-feira em Bruxelas com um prémio do concurso «O nosso futuro é energia», por um filme sobre como transformar lixo em recursos valiosos, em defesa do Ambiente e da eficiência energética, escreve a Lusa.
Micaela Lima, Joana Rocha e Filipe Cimbron, da Escola Secundária de Lagoa, Açores, foram uma das seis equipas distinguidas pela «PlasticsEurope», ao triunfarem na categoria «Queres ser um herói?», com um filme sobre como reutilizar e reciclar componentes dos carros velhos, equipando os veículos com mais elementos de plástico.
«Foi um reconhecimento muito grande do trabalho que fizemos. Trabalhámos quatro meses neste projecto mas valeu a pena», disse a professora Maria Alexandra Medeiros, que coordenou os trabalhos.
Os alunos premiados comentaram que as preocupações ambientais «já vinham de trás», mas admitiram ter ficado «ainda mais sensibilizados».
Mais prémios para portugueses
O concurso promovido pela associação europeia de fabricantes de plástico, a PlasticsEurope, sob o patrocínio do comissário europeu responsável pela Educação, Jan Figel, incluiu outras categorias, tendo outras duas equipas de estudantes de duas escolas básicas portuguesas sido galardoadas.
As turmas do 5ºA, 5ºB e 6ºA da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Mem Ramires, Santarém, apresentaram a banda desenhada «Eugénio vai à escola», estando entre os cinco premiados na categoria «Aventuras do Herói FuturEnergia».
Por outro lado, os alunos Alberto Silva, Rafaela Sá e Sandra Barreto, da Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos/PE Professor Francisco M.S. Barreto, da Calheta, Madeira, recebem uma menção honrosa com «Energizer», um texto e uma ilustração com que concorreram à categoria «Perfil do Herói FuturEnergia».
Fonte: Portugal Diário
Etiquetas: Alunos, Educação e ambiente, Escola em destaque
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Cascais: Centenas de alunos plantam biohortas em projecto de “ciência divertida”
Mais de setecentos alunos de 22 escolas do ensino básico e jardins-de-infância de Cascais participam até Junho no projecto “Biohortas Pedagógicas”, um programa de “ciência divertida” destinado a promover a sustentabilidade ambiental.
A ideia começou a ser desenvolvida por alguns escolas há já cinco anos, mas só hoje, com a assinatura de uma carta de compromisso entre a Câmara, o Grupo Ecológico de Cascais (CEG) e representantes dos estabelecimentos de ensino, foi formalizada e ganhou novos apoios.
Até ao fim do ano lectivo, caberá à autarquia subsidiar o programa com 32 mil euros e supervisioná-lo tecnicamente, enquanto o GEG realizará sessões de educação ambiental e criará um Plano de Manutenção da Biohorta Pedagógica e do Compostor.
Segundo explicou a engenheira Raquel Sousa, uma das responsáveis pelo projecto, os 784 alunos envolvidos - a que se poderão somar outras que estejam interessadas -, vão plantar legumes e vegetais à medida que participam em cinco sessões informativas: compostagem, preparação do terreno, plantação, criação de sebes e nutrição.
“É o conceito de ciência divertida ligada à biologia, em que os alunos aprendem a usar as ferramentas próprias e lupas para observar as pragas, fazem um teatro sobre a plantação, conhecem técnicas de fertilidade e que plantas são companheiras. No fim, ficam com noção daquilo que é saudável comer”, referiu Raquel Sousa.
A produção resultante de cada escola servirá depois para venda em mercados locais ou para consumo próprio das 37 turmas inscritas.
Fonte: Portugalzone
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Escola na Gafanha da Nazaré produz energia alternativa
O objectivo é mostrar que é possível rentabilizar os recursos energéticos existentes. Seis painéis solares e um aerogerador contribuem para a redução de custos da escola.
O projecto «Energias Renováveis em Acção», implantado em Junho na Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico da Gafanha da Nazaré, procura rentabilizar os recursos energéticos existentes na zona e sensibilizar os alunos para as questões energéticas. A ideia é utilizar as energias renováveis, como a energia solar e eólica, para a produção de energia eléctrica que é depois utilizada ao nível na rede eléctrica do estabelecimento de ensino.O projecto, inserido na missão pedagógica e de formação do "saber ser" e "saber estar" da escola, é pioneiro. Incute e sensibiliza os alunos, e a comunidade em geral, para a importância do aproveitamento e utilização das energias renováveis, aspectos que assumem cada vez mais relevância na nossa sociedade, dada a sua dependência em termos energéticos.De início, a equipa, constituída por professores, fez essencialmente pesquisa e estes estavam longe de imaginar onde iriam chegar. O projecto, coordenado pelo professor Sérgio Magueta, recebeu o aval da Câmara de Ílhavo, no âmbito do Programa de Apoio a Projectos Educativos, e o apoio das empresas MIDE e Porto de Aveiro. O investimento rondou nove mil euros, tendo sido apoiado em 60% pela autarquia.Neste momento, encontram-se a funcionar seis painéis solares, um aerogerador que perfazem, no total, 1100 watts de potência, o que permitiria, por exemplo, manter 100 lâmpadas económicas em funcionamento. Em relação à energia solar, a potência começa de manhã e vai crescendo ao longo do dia para depois diminuir. Em quatro meses já atingiram perto de 400 kilowatts e em termos de energia eólica 30 kilowatts. "Este ano temos tido pouco vento", justifica Sérgio Magueta. Ainda assim, no seu conjunto, está é uma produção "mensurável", conclui.
Fonte: educare.pt
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Educação ambiental abrange 1900 alunos
O programa promovido pela Águas do Douro e Paiva, vai abranger 15 escolas do primeiro e segundo ciclo. O programa de educação ambiental, promovido pela Águas do Douro e Paiva, vai abranger até final do próximo ano lectivo mais de 1.900 alunos de 15 escolas do primeiro e segundo ciclo, anunciou esta quarta-feira fonte da empresa.
No primeiro ciclo do ensino básico foram seleccionados, para este programa, os projectos apresentados por 10 escolas, dos concelhos do Matosinhos (2), Felgueiras, Amarante, Castelo de Paiva e Gaia.As restantes cinco escolas são do segundo ciclo e situam-se nos concelhos de Santa Maria da Feira, Arouca, Gondomar, Valongo e Ovar.
Fonte: TVNet
Etiquetas: Educação e ambiente
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
XIII Olimpíadas do Ambiente 2007/08
Estão abertas as inscrições para as escolas interessadas em participar na XIII edição das Olimpíadas do Ambiente, as quais poderão manifestar o seu interesse até ao dia 7 de Janeiro de 2008. As Olimpíadas do Ambiente são um concurso de problemas e questões dirigido aos alunos do 7.º ao 12.º ano que frequentem escolas públicas, privadas ou de ensino cooperativo no Continente e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Esta iniciativa é coordenada por uma equipa multidisciplinar composta por elementos da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, da Associação Nacional de Conservação da Natureza (QUERCUS) e do Zoomarine – Mundo Aquático SA.
Fonte: Portal da Educação
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Escolas de todo o País a construir um “carro ... "
Cerca de 6.000 alunos e mais de 100 escolas de todo o País participaram no desafio escolar “Reutilizar para Ganhar”, promovido pela Toyota e que consistia em premiar o melhor carro construído com material que já cumpriu o seu fim e que passou a ser considerado lixo, como embalagens velhas, garrafas vazias ou latas usadas. Esta iniciativa destinou-se aos pequenos alunos do ensino básico e teve como objectivo consciencializar para o reaproveitamento de materiais e consequentemente sensibilizar para a reciclagem, através desta actividade lúdico-pedagógica, fomentando-lhes o espírito crítico e criativo sobre as potencialidades e a problemática dos resíduos sólidos urbanos. Cada escola concorreu para o prémio de melhor “carro reciclado” a nível regional de acordo com a área de cada concessão Toyota aderente, sendo atribuído prémios de participação alusivos à reciclagem a todos os miúdos e material didáctico às respectivas escolas. Os autores do melhor projecto nacional vão poder visitar às instalações da Fábrica Toyota de Ovar, para conhecerem os processos lá adoptados para a redução, prevenção e tratamento de resíduos.
Fonte: Motores
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domingo, 25 de novembro de 2007
Escola na Natureza 2007/08 (4ª edição) - Inscrições
De 20 de Novembro de 2007 a 31 de Janeiro de 2008 estão abertas as inscrições para a 4ª edição da Escola na Natureza, um projecto destinado aos alunos do 8º ano, que visa trazer a escola para a natureza onde, nas Áreas Protegidas, ao longo de dois dias e uma noite, o aluno desenvolverá competências básicas de cidadania em contexto ambiental.
Este projecto decorre em sete Áreas Protegidas do continente .
Fonte: ICNB
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Projecto pioneiro no Douro ensina alunos a preservar recursos hídricos em altura de falta de água - "Água e Sustentabilidade"
A empresa Águas de Trás-os-Montes apresenta amanhã, em Vila Real, um projecto pioneiro para preservação dos recursos hídricos, que envolve 1254 alunos, numa altura em que se começa a sentir a escassez de água no vale do Douro.
Lançado pela Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro (AdTMAD), o projecto "Água e Sustentabilidade" é pioneiro em Portugal e conta com o apoio da UNESCO. O projecto "Água e Sustentabilidade" está a ser desenvolvido pela empresa de consultadoria Maismomentos e poderá vir a ser implementado em mais regiões do país. A iniciativa reúne 1254 alunos de 31 escolas da região transmontana e é composta por dois projectos complementares, designadamente o Programa Educativo "Água - educar, cooperar, proteger", que visa a preservação do património ambiental transmontano e incentivar ao uso racional da água.O Museu Virtual da Água da região de Trás-os-Montes e Alto Douro é o segundo projecto e tem como objectivo construir e expor uma memória colectiva na Internet, que sublinhe a relação entre a Água, Cultura e Território. O Museu Virtual da Água pretende ser uma espécie de álbum de memórias dos 31 concelhos da área de influência da AdTMAD, desde as suas fontes, regadios, pontes, lendas rios ou ribeiros.O objectivo é que cada escola participe no museu através do preenchimento da secção do "álbum de memórias" dedicada ao seu concelho, introduzindo neste fotografias, vídeos, ficheiros de áudio e documentos de modo a que, no final, o Museu represente uma memória colectiva da região sobre o tema da água. "Através da educação ambiental vamos preenchendo o Museu Virtual da Água", explicou Alexandre Chaves.A turma que mais contribuir para o Museu, quantitativa e qualitativamente, receberá como prémio final uma viagem à ExpoZaragoza, em Espanha.Para assinalar o fim da primeira fase do projecto educativo, em Junho de 2008, a AdTMAD vai convidar todos os grupos das escolas envolvidas a visitar a Exposição "Águas passadas ainda movem moinhos", realizada com base no espólio de imagens e histórias sobre água na região que forem registadas no Museu Virtual da Água.
Fonte: Público
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Agrupamento de Escolas de Arcos de Valdevez premiado por revista Visão
O desenvolvimento de um projecto de veículo movido a energia solar por um grupo de alunos permitiu ao Agrupamento de Escolas de Arcos de Valdevez, representado pelo seu presidente, Carlos Costa, receber hoje um prémio atribuído pela revista Visão.
O prémio consiste na instalação gratuita no Agrupamento de um sistema de produção de energia eléctrica de génese fotovoltaica, capaz de fornecer electricidade à sua rede interna. Esta acção da Visão integra-se no seu projecto Salvar a Terra e foi financiada com o leilão de um veículo automóvel. A revista seleccionou o projecto dos alunos de Arcos de Valdevez de entre um conjunto de projectos de índole ambiental, indicados pelas direcções regionais de Educação, desenvolvidos nos estabelecimentos de ensino.
Fonte: Portal da Educação
Etiquetas: Educação e ambiente
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Ensinar a poupar
Alunos do 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico são convidados a participar no "Ciclo da Poupança", uma iniciativa de sensibilização ambiental e de literacia financeira.
Durante o dia de hoje, 100 agências de norte a sul do país da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vão receber alunos e professores do 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico das escolas mais próximas para jogar o "Ciclo da Poupança". O objectivo é "promover a descoberta pelos jovens de novas abordagens do conceito de poupança e contribuir para que complementarmente à educação proporcionada pela família e pela escola cada jovem desenvolva uma atitude mais responsável".Para sensibilizar os mais novos, e consequentemente aqueles que lhes são próximos, para a preservação do planeta, a iniciativa arranca com esta acção nas agências do banco. Os jovens também poderão participar neste concurso através da versão online do jogo, que está disponível no site www.cgd.pt/ciclodapoupanca/index.html.Ao longo do jogo, os participantes percorrem as casa do "tabuleiro da Poupança" e respondem a diversas perguntas referentes às áreas da economia e do ambiente. O vencedor será contemplado com uma viagem a Villette, em Paris, ou, em alternativa, um vale 1250 euros para aquisição de equipamento informático.Para participar, os interessados devem registar-se no site do "Ciclo da Poupança". O passatempo começa dia 31 de Outubro e irá prolongar-se até 16 de Novembro. Dicas para pouparNo site da iniciativa os mais novos podem ainda enviar desenhos alusivos à poupança, que serão depois expostos na "galeria de arte", e descobrir curiosidades e dicas diárias sobre como poupar. • Sempre que possível desligue o ar condicionado e abra a janela para se refrescar.• Reduzir a velocidade significa poupar combustível.• Opte pelos transportes públicos em detrimento do automóvel e se possível pelo metropolitano que é menos poluente. Em distâncias mais pequenas prefira ir a pé ou de bicicleta.• Aproveite o calor do sol e seque a roupa no estendal em vez de utilizar a máquina, poupando assim energia eléctrica.• Se diminuir a temperatura da máquina de lavar roupa pode poupar mais de metade da energia.• Active a função de poupança nos computadores fazendo com que este se desligue automaticamente ou passe para o modo de espera quando não está a ser utilizado.• Não abra a porta do frigorífico demasiadas vezes para a energia não se dispersar. Poupa electricidade e protege o clima.• Desligue os carregadores dos telemóveis e i-pods da tomada depois carregados caso contrário estão a consumir energia.• Desligar os aparelhos eléctricos no botão em vez de os deixar no modo stand-by contribui para a poupança de cerca de 45 euros por ano em electricidade.• Ao escolher lâmpadas economizadoras em vez de lâmpadas incandescentes pode estar a poupar 60 euros por ano.• Apagar sempre as luzes quando não estão a ser necessárias não só protege o clima como poupa cerca de 60 euros por ano.• Coloque as pilhas usadas num pilhão. A reciclagem poupa recursos naturais e evita que os componentes nocivos das pilhas poluam o ambiente. Preferencialmente use pilhas recarregáveis.• Prefira papel reciclado e utilize os dois lados das folhas. Está a evitar o abate de árvores, a poupar água e energia.• Dê os brinquedos, livros e roupas que já não usa e que estão em bom estado, promovendo a reutilização de materiais e reduzindo o lixo que é produzido.• Opte por duches rápidos em vez de banhos de imersão e não se esqueça de fechar a torneira enquanto se ensaboa ou mete o champô. Faça o mesmo quando está a escovar os dentes. • Regule o autoclismo para níveis mínimos de descarga (6 litros).• Utilize máquinas de lavar roupa e loiça apenas com a carga cheia.• Regue as plantas e o jardins de manhã cedo ou à noite evitando as horas de maior calor porque se perde água por evaporação. Opte por regadores em vez de utilizar a mangueira e sempre que possível reaproveite para a rega a água de lavagem dos legumes e fruta.
Fonte: educare.pt
Etiquetas: Alunos, Educação básica, Educação e ambiente, Pais, Professores
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Educação ambiental é vista como uma moda nos EUA
Desde 2004, dezenas de escolas privadas e públicas em Westchester, na cidade de Nova York e em Long Island criaram áreas de espera que proíbem que motores funcionem em ponto morto, adotaram produtos de limpeza de origem vegetal nos seus edifícios e, em menor grau, excluíram o uso de pesticidas nasa áreas ajardinadas e campos de desporto, de acordo com a Grassroots Environmental Education, uma organização sem fins lucrativos que iniciou uma campanha para promover essas três medidas.
Esforços semelhantes estão a ser realizados por todo o país. A Associação de Educação Ambiental e para a Natureza de Maryland, um grupo sem fins lucrativos, concedeu a 163 escolas de Maryland - dois terços das quais nos últimos dois anos - o selo "escola verde" por iniciativas como preservar terras alagadas, proibir o uso de garrafas de água descartáveis ou pedir aos alunos trabalhos escolares com temas ambientais.
Toda a forma de esforço é considerada digna de atenção. Numa campanha de substituição de lâmpadas conduzida no sul da Califórnia, estudantes em 26 escolas dos condados de San Bernardino e Riverside substituíram 15.734 lâmpadas incandescentes nas suas casas por lâmpadas fluorescentes, mais eficientes do ponto de vista energético, e o número continua a crescer. Funcionários públicos e educadores da Califórnia estão planeando a primeira conferência das escolas ecológicas do Estado, a ser realizada em Pasadena, em Dezembro, e contam com a presença de mais de dois mil membros de conselhos escolares, administradores e professores.
Mas nem todos estão de acordo com estes projectos. Alguns educadores alegam que o foco no meio ambiente resulta em desperdício de dinheiro dos contribuintes e gera distração nas escolas, numa era na qual muitos estudantes saem despreparados para os estudos universitários e enfrentam dificuldades para cumprir os padrões mínimos nos testes de leitura e matemática.
"Os alunos precisam de capacidades muito básicas, e elas são muito mais importantes do que promover a recompensa emocional de saber que supostamente fizeram algo de bom pelo meio ambiente", disse Jane Shaw, vice-presidente executiva do Centro John William Pope de Política de Ensino Superior, uma organização de política pública em Raleigh, Carolina do Norte. Ela é co-autora de Facts, Not Fear Fatos, Não Medo,um livro publicado em 1996 para defender o argumento de que os livros escolares exageravam os problemas ambientais.
Jerry Cantrell, presidente da Associação dos Contribuintes de Nova Jersey e ex-presidente do conselho escolar de Randolph, classificou os programas ambientais como despesa desnecessária, em especial para as escolas públicas, que vêm enfrentando cortes de orçamento.
Fonte: Terra Educação
Etiquetas: É destaque lá por fora, Educação e ambiente
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Artigo de opinião
O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicasHoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.
Site em destaque - e-escolinha
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