O Colégio Inglês do Porto promove o Careers Day, no próximo dia 27 de Fevereiro, entre as 9h00 e as 13h00. O objectivo é dar a conhecer aos alunos, com idades compreendidas entre os 9 e os 12 anos de idade, as várias opções profissionais, através do relato real de vários profissionais de destaque de diversos sectores e actividades, para que a escolha de uma futura actividade profissional seja acertada e corresponda aos objectivos pretendidos.
Só a experiência do dia-a-dia nos dá a certeza das escolhas que fizemos e é essa experiência que será dada a conhecer aos alunos através de profissionais de distintas vertentes, tais como: Banca (Paulo Oliveira), Jornalismo (Jeremy Toye do Reino Unido), Marketing (Euan Macakay), Desporto (Luís Correia), Advocacia (Dara Jeffries), Design Gráfico (David Edgell) e Produção Gráfica (Alejandra Jano), Moda (Anabela Baldaque), Cultura, Engenharia, Administração/Gerência, Arquitectura (Teresa Miranda), Medicina (Antonello Ferraro) e Ciência Veterinária (Odete Santos).
Anabela Magalhães, Directora de Recursos Humanos da Sonae, abrirá a sessão, expondo as várias vertentes e componentes de qualquer profissão, alertando para aqueles que deverão ser os factores de decisão para uma escolha de sucesso.
Os alunos, num total de 70, serão envolvidos em trabalhos práticos, acompanhados pelos referidos profissionais, onde poderão desenvolver trabalhos como elaborar um plano de marketing, analisar um caso jurídico, realizar uma experiência científica, efectuar uma entrevista, etc.
O Careers Day funciona assim como um importante veículo para um desenvolvimento e uma escolha correcta da futura actividade profissional.
Fonte: Cienciapt
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
CAREERS DAY AJUDA ALUNOS
Etiquetas: Educação básica
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Artigo de opinião
O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicasHoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.
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