O Parlamento Europeu da Ciência é um Projecto que pretende motivar os alunos europeus, com idade mínima de 15 anos, a participar em actividades científicas e debates com cientistas, políticos, economistas e representantes dos media.
Este ano o projecto é organizado em conjunto pela cidade alemã de Aachen e pela Universidade de Rheinisch.
O principal tema de discussão é a energia “Europe energised- will light go out in 2050”, podendo os participantes abordar as questões de energia no âmbito dos seguintes tópicos: tecnologia, geografia, política, sociedade, economia e responsabilidade individual.
Desde Março que funciona na Web um fórum de discussão, com a participação de especialistas para debate desta problemática.
Estas actividades online servem também para fazer uma pré-selecção dos participantes, que vão ser convidados a participar no debate a realizar nos dias 9 e 10 de Outubro, na cidade alemã de Aachen.
No final de cada sessão do Parlamento Europeu da Ciência, será elaborada a Declaração de Aachen, documento que constituirá um portefólio de opiniões tendo em vista futuras recomendações e, será distribuído às instituições europeias.
As escolas interessadas em participar, deverão consultar, no endereço www.science-parliament.eu, os procedimentos de registo, participação, pré-selecção dos candidatos, constituição do júri e critérios de selecção.
Fonte: DGIDC
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Projecto Parlamento Europeu da Ciência
Etiquetas: Alunos, Ciências, Professores
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Artigo de opinião
O MP3 e o telemóvel como ferramentas pedagógicasHoje todos os professores têm como formação inicial um curso superior seguido de um estágio pedagógico que pode ser integrado ou não. Todos seguiram na Universidade a via de ensino, em ramos especializados. Resta saber se foram para esta via por vocação ou por falta de alternativas.
in Expresso (Joviana Benedito Profª. aposentada do Ensino Sec. e autora)
Saem classificados com uma média final que resulta das classificações dadas pelos vários professores das disciplinas nos vários anos do curso (nota académica) a que se junta a nota dada pelo professor orientador de estágio. Durante estes anos aprendem também a usar as novas tecnologias para fazer delas ferramentas pedagógicas importantes na sala de aula.
As notas distribuem-se pela escala, como sempre, e é por essas que é feita a colocação. Alguns colocam-se sem dificuldade, outros passam anos à espera de lugar ou vão tendo colocações esporádicas a substituir grávidas e doentes. Milhares ficam sem colocação.
Há professores que colocados ou não continuam a estudar e a interessar-se por melhorar as suas práticas. Alguns são sensíveis ao pulsar do seu tempo, às características da escola de hoje, do aluno de hoje, da comunidade que o envolve hoje.
O professor actual tem de ter esta atitude na sociedade de mudança que nos envolve.
A este propósito posso referir o exemplo da professora Adelina Moura de Braga que foi entrevistada pelo jornalista Jorge Fiel para o DN no dia 7 de Dezembro. Contou que está a fazer uma experiência com 30 alunos do 11º ano, ramo profissionalizante e que já deu uma aula online, a partir de casa, com os alunos espalhados por cafés e outros locais. É o conceito da escola nómada a ser posto em prática. Disse coisas como esta: "o telemóvel e os MP3 são ferramentas de ensino mais usadas que o papel e o lápis" ou " os alunos são nados digitais, nós somos estrangeiros digitais" ou ainda " a aula de português anda na bolso dos meus alunos". Deu os endereços de dois blogues: paepica.blogspot.com e choqueefaisca.blospot.pt. Falou também de O Princepezinho em podcast que pode encontrar-se em discursodirecto.podmatic.com e de exercícios de escolha múltipla e palavras cruzadas para descarregar no telemóvel em geramovel.wirenode.mobi e outros ainda.
Esta professora é uma excepção nesta área e, por enquanto, apenas faz uma experiência com 30 alunos, não sei se este projecto seria exequível pelos professores comuns que têm cinco, seis ou sete vezes mais e muitos outros trabalhos para fazer. Seria bom que ela abrisse as aulas para os outros aprenderem na prática e faço votos que não a desviem para fazer conferências "em seco" que só cansam e cumprem calendário.
Todos os professores têm de compreender que o aluno tem que ser ensinado de acordo com o seu tempo e a sua vivência.
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